ECONOMIA

"Bolsonaro mentiu e agora quer colocar a categoria e o povo brasileiro contra a Petrobras".


Foto:(Reprodução)

O líder dos caminhoneiros Wallace Landim, o Chorão, segue criticando as medidas tomadas pelo governo federal para tentar amenizar a alta do preço do diesel, inclusive a mais recente delas, o auxílio mensal de R$ 400 para a categoria.

Presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Chorão criticou a posição do governo contra a estatal. "Bolsonaro mentiu e agora quer colocar a categoria e o povo brasileiro contra a Petrobras." disse em carta distribuída pela entidade.
 
"A grande falha e incompetência do governo Bolsonaro foi não ter reestruturado a Petrobras e suas operações no início do governo, de não ter dado início a mudanças estruturantes na empresa, e o principal de não ter cumprido suas palavras com os caminhoneiros".

"Não queremos esmola"

A decisão do governo de criar um auxílio de R$ 400 mensais para os caminhoneiros autônomos também foi criticada pelo líder da categoria. "A gente não quer esmola, a gente precisa é trabalhar com dignidade"
 
"Ontem abasteci no posto a R$ 8,70 por litro e o governo falando em voucher de R$ 400 de diesel. Já falamos, na outra vez, que caminhoneiro não quer esmola. O governo tem de ter coragem de bater de frente com acionista e retirar a Política de Paridade de Preço Internacional (PPI) da Petrobrás", afirmou Chorão.

Nesta terça-feira (21), o presidente da Abrava esteve em um protesto organizado pelos petroleiros em São Paulo que pedia o fim da atual política de preços da Petrobras e se posicionava contra a privatização da empresa.





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