POLÍTICA

Bolsonaro afirma ser desnecessário o fechamento de escolas e comércios.




Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro em rede de rádio e televisão fez um discurso na noite desta terça-feira (24), e questionou as ações tomadas por prefeitos e governadores. “Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada”, disse. Teceu críticas quanto à determinação de redução de transporte e fechamento de escolas e comércios, e afirmou está ocorrendo o confinamento em massa.
 
Segundo o presidente tal atitude seria desnecessária já que o público alvo de contágio do novo coronavírus seriam os idosos, e garantiu que a maioria dos brasileiros não seriam acometidos pelas consequências do coronavírus. “Noventa por cento de nós não teremos qualquer manifestação,caso se contamine.  
 
O número de mortes registradas subiu 35% em relação ao balanço anterior, chegando a 46 ante as 34 contabilizadas até ontem (23). Uma outra questão sempre recorrente no discurso do presidente é o trabalho da imprensa. “Grande parte dos meios de comunicação foram na contramão. Espalharam exatamente a sensação de pavor, tendo como carro-chefe o anúncio do grande número de vítimas na Itália” disse.
 
De acordo com Bolsonaro citando questões geográficas e etárias do país europeu, criou o cenário perfeito, potencializado pela mídia, para que uma verdadeira histeria se espalhasse pelo país, mas amenizou o discurso afirmando que parte da mídia mudou a postura editorial, passando a pedir calma e tranquilidade.   

O presidente Jair Bolsonaro em rede de rádio e televisão fez um discurso na noite desta terça-feira (24), e questionou as ações tomadas por prefeitos e governadores. “Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada”, disse. Teceu críticas quanto à determinação de redução de transporte e fechamento de escolas e comércios, e afirmou está ocorrendo o confinamento em massa.
 
Segundo o presidente tal atitude seria desnecessária já que o público alvo de contágio do novo coronavírus seriam os idosos, e garantiu que a maioria dos brasileiros não seriam acometidos pelas consequências do coronavírus. “Noventa por cento de nós não teremos qualquer manifestação,caso se contamine.  
 
O número de mortes registradas subiu 35% em relação ao balanço anterior, chegando a 46 ante as 34 contabilizadas até ontem (23). Uma outra questão sempre recorrente no discurso do presidente é o trabalho da imprensa. “Grande parte dos meios de comunicação foram na contramão. Espalharam exatamente a sensação de pavor, tendo como carro-chefe o anúncio do grande número de vítimas na Itália” disse.
 
De acordo com Bolsonaro citando questões geográficas e etárias do país europeu, criou o cenário perfeito, potencializado pela mídia, para que uma verdadeira histeria se espalhasse pelo país, mas amenizou o discurso afirmando que parte da mídia mudou a postura editorial, passando a pedir calma e tranquilidade.   
O presidente Jair Bolsonaro em rede de rádio e televisão fez um discurso na noite desta terça-feira (24), e questionou as ações tomadas por prefeitos e governadores. “Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada”, disse. Teceu críticas quanto à determinação de redução de transporte e fechamento de escolas e comércios, e afirmou está ocorrendo o confinamento em massa.
 
Segundo o presidente tal atitude seria desnecessária já que o público alvo de contágio do novo coronavírus seriam os idosos, e garantiu que a maioria dos brasileiros não seriam acometidos pelas consequências do coronavírus. “Noventa por cento de nós não teremos qualquer manifestação,caso se contamine.  
 
O número de mortes registradas subiu 35% em relação ao balanço anterior, chegando a 46 ante as 34 contabilizadas até ontem (23). Uma outra questão sempre recorrente no discurso do presidente é o trabalho da imprensa. “Grande parte dos meios de comunicação foram na contramão. Espalharam exatamente a sensação de pavor, tendo como carro-chefe o anúncio do grande número de vítimas na Itália” disse.
 
De acordo com Bolsonaro citando questões geográficas e etárias do país europeu, criou o cenário perfeito, potencializado pela mídia, para que uma verdadeira histeria se espalhasse pelo país, mas amenizou o discurso afirmando que parte da mídia mudou a postura editorial, passando a pedir calma e tranquilidade.   





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