INTERNACIONAL

Ex-assessor de Trump e aliado da família Bolsonaro, Steve Bannon é indiciado nos EUA


Trump e Bannon na Casa Branca, em foto de 2017. Foto:(AFP)

Antigo estrategista do ex-presidente dos EUA Donald Trump, Steve Bannon foi indiciado na sexta-feira (12) por desacato ao Congresso americano, após ter recusado a testemunhar e a entregar documentos sobre os ataques ao Capitólio em 6 de janeiro.
 
O caso ainda será julgado e, em caso de sentença, cada acusação de desacato - uma pelo não testemunho e outra pela não entrega de documentos - poderá levar a um período de 1 mês a 1 ano de prisão, além de multa de US$ 100 a US$ 1000 (de R$ 545 a R$ 5,4 mil, aproximadamente).

A denúncia foi apresentada pelo procurador-geral Merrick Garland e acatada por uma corte federal.

Uma comissão que investiga os acontecimentos de 6 de janeiro havia convocado e cobrado informações de Bannon buscando apurar o envolvimento dele com a invasão ao Capitólio, sede do legislativo americano em Washington D.C.
 
Na ocasião, apoiadores de Trump invadiram o local na véspera da certificação da vitória do atual presidente, o democrata Joe Biden. Cinco pessoas morreram em decorrência dos conflitos e mais de 670 foram acusadas na Justiça por envolvimento na invasão.

O advogado de Bannon havia justificado o não cumprimento das solicitações do Congresso afirmando que o sigilo do conteúdo da comunicação com presidentes como Trump é protegido pelo "privilégio executivo".

Bannon, 67 anos, foi assessor do então presidente Donald Trump, deixando a Casa Branca em 2017. Entretanto, os dois continuaram próximos mesmo depois da saída.
 
Ele também é próximo da família Bolsonaro, apoiando publicamente a campanha de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2018, e já teve vários encontros com o filho do presidente brasileiro e deputado federal Eduardo Bolsonaro.

Na véspera das eleições de 2018, Eduardo Bolsonaro postou uma foto com Bannon e escreveu: "Ele disse ser um entusiasta da campanha de Bolsonaro e estamos definitivamente em contato para juntar forças, especialmente contra o marxismo cultural".





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