CENÁRIO URBANO

12 de outubro: Em Aparecida Bolsonaro ouve mais vaias do que aplausos.


Foto:(Reprodução/Facebook)

Ao chegar ao Santuário Nacional de Aparecida, no Vale do Paraíba, na tarde desta terça-feira (12/), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) caminhou e cumprimentou a multidão que se concentrou nos arredores da Basílica, nesta terça-feira (12), dia da padroeira do Brasil.
 
Ao longo da caminhada, Bolsonaro foi saudado por gritos de “mito”, em apoio, mas também houve vaias e xingamentos. No vídeo transmitido pela própria equipe do presidente, Bolsonaro é chamado de genocida, ladrão e assassino. Houve ainda gritos de "Fora, Bolsonaro".

Após a cerimônia, o presidente foi até à praça, em frente à igreja e, ao lado do arcebispo de Aparecida, dom Orlando Brandes, também acenou para os fiéis que se concentravam do lado de fora da Basílica de Nossa Senhora Aparecida.
 
Mais cedo, na principal cerimônia do dia, o arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, defendeu uma pátria sem armas e também pediu 'uma República sem mentira e sem fake news'.

"Para ser pátria amada, seja uma pátria sem ódio. Para ser pátria amada, uma república sem mentira e sem fake news. Pátria amada sem corrupção. E pátria amada com fraternidade. Todos irmãos construindo a grande família brasileira", disse o religioso durante o sermão.
 
"Pátria amada" é o slogan do governo de Jair Bolsonaro. O religioso não citou Bolsonaro, mas presidente é favorável ao armamento da população e é investigado em inquérito sobre disseminação de informações falsas.





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