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EDUCAÇÃO

A hora de escolha da nova escola
Educação20/11/2019 08h02Atualizada em 20/11/2019 10:11 Por: Veridiano Peixoto





Divulgação

No Brasil há mais de 48 milhões de alunos matriculados na educação básica (infantil, fundamental, médio e Educação de Jovens e Adultos – EJA), segundo o último Censo Escolar de 2018. Deste total, quase 9 milhões, de acordo com a Associação Brasileira de Escolas Particulares (Abepar) estão em colégios particulares, o que representa 18% do total de alunos. Só no estado de São Paulo são 2,3 milhões distribuídos em quase 11 mil colégios, sendo quase 1,1 milhão é oriunda do Ensino Fundamental, seguida pela Educação Infantil com 767 mil matrículas, e do Ensino Médio com 251 mil alunos matriculados.

Quanto ao número de estabelecimentos, de acordo com dados da Secretaria Estadual de Educação, Osasco possui 71 colégios, seguido por Barueri com 20, em Santana de Parnaíba são 18 e Cajamar 16. Diante de tantas ofertas que vão do berçário até o Ensino Médio, a escolha certa é uma das maiores preocupações de pais e até mesmo de alunos, que nessa época empreende uma verdadeira busca àquele colégio que atenda as expectativas. Especialistas afirmam que não há a escola perfeita, e sim aquela que possa ir ao encontro com as necessidades. Muitos colégios abrem literalmente suas portas para que os pais possam conhecer a estrutura, modelo pedagógico, instalações e até mesmo a oportunidade de ver na prática como são desenvolvidos os trabalhos e atividades pedagógicas. Alguns apostam na tradição, apoiados pela permanência ao longo dos anos, já outros, nos resultados obtidos, como Ideb, Enem, aprovação em vestibulares e há àqueles que buscam na inovação, tecnologia, uma formação mais humanizada, ensino bilíngue entre outros. Contudo, é necessário a família estar alinhada e saber verdadeiramente que o espaço a ser escolhido representará um ponto primordial na vida dos filhos, como ressalta o professor do Departamento de Planejamento e Administração da Universidade de Brasília (UNB), Cleyton Hércules Contijo “A família precisa colocar para o estudante quais os benefícios e os malefícios que ele terá com a escolha de uma nova escola. Mas, se os pais perceberem que a troca possa representar uma perda para o filho, principalmente pelas relações de amizade e de confiança, isso precisa ser avaliado.

Uma conversa sincera e honesta ajuda na decisão da transição ou permanência em uma escola”, afirma. Estreitar a relação escola-família também é destacado pela Escola da Inteligência, programa educacional desenvolvido pelo psiquiatra Augusto Cury, autor de best-sellers ligados à educação. Segundo a Escola da Inteligência, além da sintonia entre escola e família, é necessário pontuar a metodologia, adequação das necessidades como valor de mensalidade, localização, horário da aula, grade curricular e até a participação em eventos comemorativos. Outra questão é a projeção para as tendências futuras, um projeto que mostre aos alunos e aos pais qual a direção e o objetivo minucioso do trabalho.





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