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ECONOMIA

Barueri no topo, e vizinhas buscando melhorar
Economia13/11/2019 08h11Atualizada em 13/11/2019 09:11 Por: Veridiano Peixoto





Viaduto sobre a Alameda Araguaia, no Tamboré, entregue neste ano - Secom

A cidade de Barueri pela segunda vez consecutiva ocupa a primeira colocação do país em investimentos realizados pela gestão pública, com proporção sobre a receita total. Os dados são do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) divulgado no último dia 31 de outubro. De acordo com o estudo, Barueri está no seleto grupo formado pelos 14,9% dos municípios brasileiros que obtiveram desempenho máximo em 2018. Nos últimos cinco anos essa é a terceira vez que ao município é atribuído à classificação máxima de desempenho.

Em 2014, mesmo seu índice de investimento sendo considerado excelente, Barueri ocupou a 1540° colocação no país e a 182° do estado, em 2017 chegou à primeira colocação, a qual se manteve em 2018 tanto no estado quanto no país. Para Firjan, o resultado obtido por prefeituras como a de Barueri mostra que é possível alcançar nível alto de investimentos a despeito das restrições orçamentárias. Já Santana de Parnaíba, que em 2018 foi considerado o 3° melhor município em gestão fiscal do estado, e obteve boa gestão no IFGF Investimentos pelo mesmo estudo, entre 2013 a 2017 em quatro anos (2013, 2014, 2016 e 2017) apresentou situação crítica em investimentos, mesmo que no período o orçamento saltou de R$ 559 milhões para pouco mais de R$ 807 milhões, sendo que em 2015 a classificação foi de dificuldade.

Já em Cajamar a evolução anual dos últimos cinco anos mostra que o município oscila entre situação de dificuldade e crítica, como foi apontado em 2017 e 2018, com o índice de receita baixo para fins de investimentos. De acordo com Jonathas Goulart, gerente de Estudo Econômicos da Firjan, municípios que não conseguem destinar os recursos adequados para a área não possuem foco no futuro. “Na prática, essas prefeituras não conseguem pensar no futuro de sua população, pois não investem em infraestrutura, escolas e hospitais bem equipados, por exemplo”, avalia Goulart.





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