POLÍTICA

Weintraub critica TSE por contestar live e diz que há "traidores" no governo


Foto:(Sérgio Lima/Poder360)

Sem mencionar nomes, o ex-ministro da educação Abraham Weintraub disse nesta sexta-feira (30) que há "traidores" dentro do Planalto, os quais "vazaram" ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) o conteúdo que seria abordado na última live do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). 
 
Durante a transmissão, a página do TSE contestou em tempo real as falas do presidente sobre supostas fraudes nas eleições.

“Traidores dentro do Palácio? No meio da live, o TSE divulgou respostas, ponto a ponto, desmentindo o presidente. Tudo pronto! Tinha até o site: www.tse.jus/hotsit...falsas-eleicoes. Novamente, vazamentos. Há pessoas ruins ao lado do Presidente”, escreveu Weintraub no Twitter.
Durante a live, o presidente afirmou que há “indícios fortíssimos ainda em fase de aprofundamento que nos levam a crer que temos que mudar esse processo eleitoral”. E completou: “Não temos provas, vamos deixar bem claro, mas indícios“.
 
Em uma postagem, o TSE afirmou que “ a apuração dos resultados é feita automaticamente pela #UrnaEletrônica ao encerramento da votação. Os dados criptografados são transmitidos ao @TSEjusbr, que checa a autenticidade/integridade e faz a totalização, em processo PÚBLICO e auditável”, diz uma postagem.

Na live, o presidente disse que a contagem dos votos da eleição se daria “numa sala secreta do TSE”.

“É justo quem tirou o Lula da cadeia, quem o tornou elegível, ser o mesmo que vai contar o voto numa sala secreta do TSE? Cadê a contagem pública dos votos? Que eu quero eleições no ano que vem, vamos realizar eleições no ano que vem, mas eleições limpas, democráticas, sinceras”, declarou o presidente.
 
Outra postagem do tribunal diz que Índia, Rússia, França e EUA estão entre os países que usam, em algumas regiões, o voto inteiramente digital (sem impressão). O TSE usou dados do IDEA (Instituto Internacional para a Democracia e Assistência Eleitoral, na sigla em inglês) para afirmar que no mundo todo, 27 países (de 178 analisados) usam tecnologia eletrônica em eleições nacionais.

Ao todo, o TSE teve uma equipe de 16 profissionais emprenhados nas tarefas de checar e compartilhar as informações nas redes sociais durante a live, segundo informações do Estadão. 





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