POLÍTICA

No Ratinho, Bolsonaro volta a falar em fraude nas urnas e "problemas em 2022"


Foto:(Isac Nóbrega/PR)

O presidente Jair Bolsonaro voltou a falar nesta sexta-feira (30) em fraudes no sistema eleitoral brasileiro, mesmo que não tenha apresentado provas para basear seus argumentos. “A gente quer evitar problemas para 2022. Por isso, nos antecipamos. Estamos trabalhando junto com o Parlamento para botar na lei isso aí [o voto impresso]“, disse em entrevista ao SBT.
 
Segundo o chefe do Executivo, não é possível atestar que as eleições eletrônicas são seguras por serem ligadas à “internet“. Essa informação, no entanto, é imprecisa. As urnas não possuem o hardware necessário para se conectar a uma rede, diz o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Bolsonaro também acusou o ministro do STF Roberto Barroso, que também é presidente do TSE, de interferir nas decisões do Congresso.

“Na iminência de votarmos na comissão especial, o ministro Barroso foi ao Parlamento e conversou com várias lideranças. E a maioria dessas lideranças, no dia seguinte, trocou os integrantes de modo que eles votassem para não aprovar o voto impresso. A depender do plenário, tenho certeza que será aprovado”.

O chefe do Executivo deu entrevista ao Programa do Ratinho, que, ao longo da programação, veiculou várias propagandas da Caixa Econômica Federal –banco estatal veiculado ao Executivo. No fim, anunciou um intervalo cantarolando o slogan: “Governo federal. Pátria Amada, Brasil”. Também em certo momento, Ratinho exaltou Bolsonaro, disse ser favorável às ideias do presidente e evitou perguntas mais duras.
 
ECONOMIA

Bolsonaro voltou a criticar medidas de distanciamento social decretadas por Estados e municípios para tentar frear a disseminação da covid-19. O presidente acha que essa não é a melhor maneira de conter a doença e tem fortes impactos econômicos.

Citando dados de criação de empregos formais, Bolsonaro disse acreditar que o país terá uma forte recuperação em 2021: “A economia reagiu. Este ano está reagindo”.
 
Sobre a reforma tributária, o presidente afirma que excessos estão sendo revistos e que o texto original extrapolou em algumas questões: “Já conversei com o relator. Está sendo consertado”.

Sobre a pandemia, Bolsonaro disse acreditar que só restam mais “2 ou 3 meses” para que o país volte a normalidade. “Foram muitas mortes. Ninguém esperava que chegasse a esse ponto. Ao que tudo indica, com 70% da população vacinada pelo menos, estamos chegando no final dela. Se as vacinas forem efetivas para todas as cepas, mais 2 meses, no máximo”.





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