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Venda de Cachorro Quente no calçadão de Osasco caiu 60% durante a Pandemia.


Divulgação

Uma matéria do jornal Diário da Região mostrou que as vendas de cachorro-quente no calçadão Antônio Agú, no centro de Osasco caiu 60% durante a Pandemia. De acordo com alguns vendedores ouvidos pela reportagem do Diário, a média antes do novo coronavírus era de 300 lanches por dia e foi atualmente reduzido para 100.
 
O dogão, como é conhecido popularmente se tornou um símbolo na cidade, além de difundir o nome de Osasco nacionalmente





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