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10 anos sem Amy Winehouse: 10 coisas que você talvez não saiba sobre a cantora


Divulgação

É provável que nunca exista outro artista exatamente como Amy Winehouse. A cantora britânica, que começou a carreira dando uma repaginada moderna a músicas antigas, abraçou o soul dos anos 60 e o pop com o icônico "Back to Black", álbum de 2006 que a tornou um sucesso no mundo inteiro e que rendeu uma legião de fãs.
 
Apesar do sucesso, a cantora batalhou contra a bulimia e o uso de drogas durante boa parte de sua vida e, no dia 23 de julho de 2011, morreu aos 27 anos.

Em 2021, completam-se 10 anos desde a morte da cantora e, para celebrar esse ícone eterno, separamos 10 curiosidades que você talvez não saiba sobre a carreira dela.

Amy Winehouse começou a carreira como rapper

Antes de fazer sucesso como cantora, Amy se juntou a uma amiga de infância, Juliette Ashby, e formou uma dupla de hip-hop chamada "Sweet 'n' Sour", inspirada no grupo feminino de rap Salt-N-Pepa, sucesso nos anos 80 e 90.

O jazz estava em seu sangue

A cantora estava destinada mesmo para o jazz: vários de seus tios eram músicos de jazz profissionais e o pai, Mitch, apesar de taxista, cantava Frank Sinatra em casa e sonhava em se tornar cantor. Em 2010, após Amy se tornar famosa, o pai finalmente lançou seu primeiro álbum, "Rush of Love".
 
O primeiro empresário de Amy tinha uma conexão com as Spice Girls

Aos 19, Amy assinou contrato com a empresa foi fundada por Simon Fuller, o homem responsável por criar o programa Pop Idol (que, mais tarde, inspirou a criação do American Idol) e por empresariar as Spice Girls.

O álbum 'Back to Black' não foi seu único sucesso

Amy Winehouse estourou a bolha do mercado americano e, depois, do mundo inteiro, com seu segundo álbum, "Back to Black", de 2006. Mas, nessa época, ela já era bem famosa no Reino Unido: seu primeiro disco, "Frank", de 2003, ficou no top 5 dos álbuns de mais sucesso nas paradas britânicas. "Frank", no entanto, só foi lançado nos Estados Unidos em 2007.

A equipe realmente tentou fazê-la ir à reabilitação

Amy será para sempre conhecida por "Rehab", hit de 2006 em que ela dispara, bem atrevida, "They tried to make me go to rehab / I said no, no, no" -- algo como, "eles tentaram me fazer ir à reabilitação, eu disse não, não, não". O "eles", nesse caso, incluía seu empresário, Nick Shymansky, que realmente tentou fazer com que a cantora buscasse tratamento, em 2005, por alcoolismo. Ela foi à reabilitação pela primeira vez apenas em 2008.
 
Amy Winehouse quebrou um recorde no Grammy

No Grammy de 2008, Winehouse se tornou a primeira artista feminina britânica a ganhar cinco prêmios Grammy na mesma cerimônia. Entre as vitórias, a cantora arrematou Gravação do Ano e Música do Ano (ambas por "Rehab") e Artista Revelação. Seu recorde só foi quebrado em 2012, quando Adele (também britânica) ganhou seis prêmios.

A cantora também sabia tocar guitarra

Todo mundo sabe que Amy era uma cantora e compositora incrivelmente talentosa, mas a verdade é que ela também sabia tocar guitarra. Ela começou a tocar o instrumento aos 11 anos, pegando emprestada a guitarra de seu irmão mais velho. Eventualmente, ela comprou sua própria guitarra e aprendeu acordes suficientes para para acompanhar a si mesma e criar melodias ao escrever suas músicas.

Amy tinha 14 tatuagens

Uma das características mais marcantes no visual de Winehouse eram suas inúmeras tatuagens. Entre as mais famosas, estavam uma pin-up com os seios à mostra e a inscrição "Daddy's Girl" (em português, garotinha do papai) em seu braço esquerdo, uma âncora de marinheiro em sua barriga e o nome "Blake" (em homenagem a seu ex-marido, Blake Fielder-Civil) em seu peitoral.
 
A última gravação de Amy foi um dueto com Tony Bennett

A cantora gravou a música "Body & Soul" como parte do segundo álbum de duetos do cantor americano. Em sua biografia de 2016, Bennett elogiou a importância de Amy para a música: "Ela pegou o espírito do jazz e o fez brilhar de novas maneiras e para a geração mais nova", escreveu ele.

As últimas gravações de Amy foram destruídas

Algumas semanas antes de sua morte, em julho de 2011, Winehouse terminou de escrever as músicas para o que seria seu terceiro álbum de estúdio. Segundo a imprensa britânica, ela chegou, inclusive, a marcar sessões no estúdio com seus produtores, Salaam Remi e Mark Ronson. As demos dessa época, no entanto, não existem mais: o chefe da gravadora, David Joseph, destruiu o material.

"Era uma questão moral. Se aproveitar de um trecho ou dos vocais que ela gravou é algo que eu jamais deixaria acontecer enquanto eu estiver no comando. Agora, ninguém mais vai poder fazer isso", explicou ele, na época, em entrevista à revista "Billboard".



Confira o vídeo:






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