SAÚDE

O critério é: onde há, ou onde não há freezer para armazenar a vacina?


Funcionários colocam vacinas da Pfizer-BioNtech contra a Covid-19 em um freezer na fábrica da Pfizer em Puurs, Bélgica, em 22 de fevereiro (© Kenzo Tribouillard/AFP/Getty Images)

Diante do anúncio da suspensão de envasamento do imunizante da Coronavac pelo instituto Butantan e a informação da Fiocruz que há insumos para a produção somente até semana que vem, os olhares se voltam para a vacina da Pfizer que até momento já foram recebidas 1,6 milhão de doses e segundo o presidente regional do laboratório na América Latina, Carlos Murilo Medina, durante a CPI da Covid, a previsão é que até o fim de junho o total de doses será de 15,5 milhões.
  
Contudo, ao contrário das outras vacinas, o do laboratório norte-americano necessita de uma refrigeração de -70C. Porém, em abril a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou as exigências de armazenamento flexibilizando a temperatura de conservação das doses que podem ser guardados entre -25° e 15° por um período de até duas semanas
  
Mas mesmo com a flexibilização, a distribuição feita pelo Ministério da Saúde se restringe aos centros urbanos com infraestrutura, no caso as capitais. No entanto, em  um cenário imprevisível Osasco adquiriu equipamentos que atendem às exigências de armazenamento, sendo até o momento o único município da região a possuir a estrutura necessária para o imunizante da Pfizer, e colocando em questão quais os passos dos outros prefeitos em garantir doses para a população





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