POLÍTICA

Presidente vai ao culto sem máscara e fala contra o distanciamento.


Divulgação

No dia em que criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de dar “superpoderes” a governadores e prefeitos para fechar templos e igrejas, o que classificou de “absurdo dos absurdos”, o presidente Jair Bolsonaro esteve em um culto religioso. Lá, voltou a criticar as medidas de isolamento.
 
“Nessa política de fecha tudo, fique em casa, os pobres vão ficando desesperados; nada têm para comer”, disse ele numa igreja. “O efeito colateral desse tipo de combate ao vírus tem sido realmente devastador.”

Essa imagem está em um vídeo que ele compartilhou neste sábado por suas redes sociais. A peça o mostra saindo pela manhã do Palácio da Alvorada, de moto, e se deslocando até a comunidade de Morro da Cruz, em São Sebastião, na periferia de Brasília.

Lá, sem máscara, foi cumprimentado por populares. “Continue em casa, e vai morrer de fome”, disse ele. “Vai, mesmo”, concordou um popular.
 
O governo começou a pagar nesta semana o auxílio emergencial, numa versão mais modesta do que a de 2020. Os benefícios têm valor médio de R$ 250,00.

O vídeo mostra que o presidente visitou estabelecimentos comerciais e cumprimentou pessoas. Numa parada, comeu frango assado vendido por um ambulante. Entrou numa casa que funciona como oficina de costura, onde vive um grupo de refugiados venezuelanos. De lá, fez uma live na qual criticou medidas de isolamento e disse que “o patife de São Paulo quer quebrar o Brasil”, sem citar o nome do governador João Doria.





COMENTÁRIOS







VEJA TAMBÉM



POLÍTICA  |   15/05/2021 13h35


POLÍTICA  |   15/05/2021 09h08


POLÍTICA  |   14/05/2021 20h01




google.com, pub-8716156245551661, DIRECT, f08c47fec0942fa0 facebook-domain-verification=8oizd3j6a3sk7a47ngn154tlepi1hb facebook-domain-verification=8oizd3j6a3sk7a47ngn154tlepi1hb