SAÚDE

Média de mortes pela covid no Brasil ultrapassa 1,5 mil e bate recorde pelo 10º dia seguido




Divulgação

A média móvel diária de mortes causadas pela covid-19 no Brasil bateu recorde pelo décimo dia seguido, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Esse tipo de média leva em consideração dados dos últimos sete dias e ficou em 1.540 nesta segunda-feira, 8, com 1.114 novas mortes nas últimas 24 horas. Na última semana, 10.778 óbitos pela doença foram registrados no País, o maior número desde o início da pandemia.
 
Sequência de recordes na média móvel diária de óbitos:
 
  • Sábado, 27 de fevereiro: 1.180 (recorde)
  • Domingo, 28 de fevereiro: 1.208 (recorde)
  • Segunda-feira, 1º de março: 1.223 (recorde)
  • Terça-feira, 2 de março: 1.274 (recorde)
  • Quarta-feira, 3 de março: 1.332 (recorde)
  • Quinta-feira, 4 de março: 1.361 (recorde)
  • Sexta-feira, 5 de março: 1.423 (recorde)
  • Sábado, 6 de março: 1.455 (recorde)
  • Domingo, 7 de março: 1.497 (recorde)
  • Segunda-feira, 8 de março: 1.540 (recorde)

No total, o País já chegou a 266.614 mortes pela covid-19. O consórcio, formado pelo Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, coleta os dados junto às secretarias estaduais de Saúde. O número de casos chegou a 11.055.480, com 36.923 novos diagnósticos confirmados nas últimas 24 horas. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem 9.782.320 pessoas recuperadas da doença.
 
Em São Paulo, 121 óbitos foram registrados nesta segunda-feira. O Estado registrou o maior número de novas internações. Ao todo, foram 15.141 pacientes hospitalizados em leitos de enfermaria e UTI das redes pública e privada entre 28 de fevereiro e 6 de março. O número de mortes ficou em 113 no Rio Grande do Sul e em 102 na Bahia, Estados que lideraram hoje junto com São Paulo as estatísticas absolutas de letalidade.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na manhã desta segunda-feira que a Pfizer antecipará o cronograma e entregará 14 milhões de doses de vacina contra a covid-19 até junho. O Estadão mostrou que a participação de Jair Bolsonaro na reunião com a Pfizer para a compra de vacinas já foi uma reação à movimentação dos governadores de organizarem um pacto nacional para fazerem o combate à pandemia do coronavírus.
 
Na semana passada, a reação de Bolsonaro diante de números que já se apresentavam como recordes foi de minimizar a dimensão da crise. "Nós temos que enfrentar os nossos problemas, chega de frescura e de mimimi. Vão ficar chorando até quando? Temos que enfrentar os problemas", disse o presidente em evento em Goiás.





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