POLÍTICA

Justiça eleitoral rejeita prestação de contas da campanha de Rogério Lins


Divulgação

A Justiça eleitoral rejeitou a prestação de contas da campanha de 2020 do prefeito de Osasco, Rogério Lins, do Podemos. Ele foi reeleito nas últimas eleições.
 
De acordo com o parecer, três itens não seguem o que determina a lei eleitoral: recebimento de doações em data anterior a abertura da conta bancária, recebimento de doações antes da data de entrega da prestação de contas e a realização de despesas antes da abertura da conta bancária.

A Justiça entende que esses problemas representam vícios graves e insanáveis e pede que o candidato devolva R$ 440 mil. O recurso vai para os cofres públicos do Tesouro Nacional.

A defesa do prefeito Rogério Lins diz que vai recorrer da decisão no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Em nota, a defesa diz que a campanha atuou dentro da legalidade e prestou contas de todos os materiais utilizados.
 
"A decisão se baseou em uma interpretação jurídica equivocada a respeito de materiais de propaganda conjuntos entre o candidato a prefeito e candidatos a vereador de partidos que integraram a coligação majoritária, de modo que não houve nenhuma irregularidade", diz o texto.





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