CENÁRIO URBANO

Governo e Prefeitura de SP têm duas orientações sobre sobra de vacinas




Divulgação.

Depois das denúncias de que Unidades Básicas de Saúde (UBS) de São Paulo (SP) estavam descartando doses da vacina contra a Covid-19 por falta de público-alvo, o governo do estado afirmou que, em caso de sobra, os imunizantes devem ser destinados àqueles que "podem receber a dose dois ou, então, aqueles que ainda não receberam, mas estão no público-alvo, devem receber essa vacina", afirmou Regiane de Paula, Coordenadora do Controle de Doenças da Secretaria de Estado de Saúde.

Na capital paulista, funcionários de UBS afirmaram nesta semana que as vacinas estão sobrando nos postos de saúde pois não encontraram pessoas para aplicar. São Paulo está imunizando idosos com mais de 90 anos nos postos e deu início à imunização daqueles que tem entre 85 e 90 nestes mesmos locais na sexta (12); antes esta faixa etária estava tendo a aplicação via drive-thru desde a última quinta (11).
 
De acordo com Jean Gorinchteyn, Secretário de Saúde do estado, é preciso ter "cuidado, pois os frascos são multidoses e têm a possibilidade de vacinar 10 pessoas". "Dessa maneira, para que não haja desperdício, ele deve ser utilizado em até 8 horas", explicou. 

Segundo Gorinchteyn, a indicação é que se o profissional estiver no fim do expediente e ainda houver "3, 4 pessoas na fila, elas são orientadas a retornar no dia seguinte".

Para Regiane de Paula, as vacinas que porventura sobrarem, devem ser destinadas a quem ainda faz parte do público-alvo. "É dessa maneira que a gente tem orientado a todos os 645 municípios", afirmou.
 
Sobre as doses que sobram, a Prefeitura de São Paulo, de acordo com Edson Aparecido, Secretário municipal de Saúde disse que não tem registros de sobras. Porém, as doses podem ser destinadas a qualquer pessoa acima de 18 anos, desde que não tenham sido encontradas outras pessoas do atual público-alvo (profissional de saúde e idosos) para evitar o desperdício das vacinas. 

Reprodução

O documento da Prefeitura de São Paulo incluiu a possibilidade de vacinar pessoas fora do público-alvo depois que a denúncia foi noticiada.

A CoronaVac, vacina em maior número em aplicações, precisa ser mantida sob temperaturas entre 2°C e 8°C graus e em condições assépticas, já que não possui conservantes.
 





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