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Natal e Réveillon: o terror dos Pets




Foto (Divulgação)

Por Veridiano Peixoto

O ano está quase no fim, e a proximidade das férias e também das festividades tem ganhado cada vez mais importância, pelo menos no que tange as atuais prioridades das pessoas. Contudo, apesar de natal e réveillon significarem momentos marcantes, é justamente nessas datas, mas principalmente a partir da meia noite delas que a atenção deve ser redobrada com os pets, devido à queima de fogos. Os cães e gatos possuem a audição mais aguçada, precisamente quatro vezes maior que o humano, o que os colocam mais sensíveis ao barulho. E quando se inicia a queima de fogos, a festa que para muitos representa uma grande celebração, significa um grande terror aos animais, que em pânico ficam totalmente amedrontados, com riscos de acidentes e até mesmo de ataques cardíacos. Diante de uma situação praticamente inevitável é necessário pelo menos amenizar os impactos durante a exposição dos pets ao barulho. Há duas situações, uma a qual o animal terá companhia e uma outra que ele estará sozinho. Na primeira tente agir normalmente, ligando aparelhos de TV ou rádio, com sons familiares ao pet; ofereça petiscos e evite ficar agradando e não demonstre preocupação, pois o animal vai perceber e entenderá que está em risco. Já na segunda situação, a qual o bichinho ficará sozinho, as ações deverão ser redobradas. Procure abafar ao máximo o som externo, deixando ventiladores, aparelhos de TV ou rádio ligados com o volume maior, deixar os espaços desimpedidos sem objetos como prateleiras, vidros, e objetos de decoração, que possam colocar em risco o pet. Preparar locais que possam se tornar tocas para ele se esconder, como: embaixo de camas, dentro de caixas e até mesmo na casinha. Portas e janelas deverão permanecer fechadas para que evite a fuga dos animais. Não o deixe com coleira, já que em caso dele sair correndo pode não conseguir se soltar e acabar se enforcando. Agora caso o animal possua um histórico de extremismo, é aconselhável procurar um médico veterinário que se necessário poderá prescrever medicamento que deixe o pet mais calmo.






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