SAÚDE

Cai a média móvel em São Paulo.




Foto: Governo do Estado de São Paulo

O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (28) que a média móvel semanal de mortes por coronavírus em São Paulo caiu a menos de cem óbitos pelo segundo dia seguido. É o patamar mais baixo registrado em todo o estado desde o mês de abril.
 
De acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde, a média móvel semanal de mortes por COVID-19 chegou a 91 casos nesta quarta. Uma semana antes, o mesmo índice havia ficado em 119 óbitos em decorrência do coronavírus nos 645 municípios paulistas.
 
As médias móveis semanais de mortes em São Paulo estão em queda desde a medição do dia 16 de setembro. Naquela data, o índice foi de 205, e depois sofreu sucessivas reduções por seis semanas até a média mais atualizada e abaixo de cem mortes.

“Nós passamos um bom período tendo uma média móvel de 250 óbitos, conseguimos reduzir para em torno de 200, e hoje estamos com 91 mostrando uma redução constante, com segurança. Hoje, nós ficamos abaixo dos cem casos diários na média móvel, é um dado muito relevante”, declarou João Gabbardo, Coordenador executivo do Centro de Contingência do coronavírus em São Paulo.

Em relação ao número de casos, a média móvel semanal em São Paulo vinha registrando quedas expressivas desde 16 de setembro, quando o índice chegou a 6.122. Depois, passou a 6.078 (23/9), 4.808 (30/9), 4.447 (7/10), 4.044 (14/10) e 4.029 (21/10). Nesta quarta, porém, a taxa voltou a subir para 4.332, mas ainda abaixo ao verificado no início de outubro.
 
Mesmo com números que apontam para o controle da pandemia em São Paulo, as autoridades estaduais de saúde reforçaram que a população precisa manter as normas de distanciamento social, higiene pessoal e uso obrigatório de máscaras em locais públicos.
 
“Temos que manter todas as normas e regras sanitárias para que a gente possa manter o controle da pandemia no nosso estado” afirmou o Secretário de Estado de Saúde Jean Gorinchteyn. “Nós estamos olhando para a Europa e vendo o que está acontecendo nos países europeus. As medidas e recomendações devem ser mantidas e fortalecidas”, acrescentou Gabbardo.
 





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