SAÚDE

Foram 6 milhões de doses de Coronavac liberadas pela Anvisa.




Divulgação


Serão 6 milhões de doses iniciais da CoronaVac liberadas pela A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta sexta-feira.
  
A decisão é sobre o pedido feito pelo governo de São Paulo para que também seja permitida os insumos necessários para a produção das outras 40 milhões de doses.
 
A vacina está atualmente na terceira fase de testes. A Sinovac, farmacêutica chinesa responsável pelo imunizante, ainda não obteve o registro para aplicação do imunizante
Até momento, apenas dados parciais referentes à segurança da vacina foram apresentados pelo governo de São Paulo, mas eles não foram enviados ao órgão ou publicados em revistas científicas.

A Coronavac é alvo de disputa política: na terça-feira, o Ministro da Saúde anunciou a negociação para adquirir as 46 milhões de doses. Contrariado, o presidente Jair Bolsonaro mandou cancelar a compra; ministério afirmou que "não há intenção de compra" e substituiu comunicado no site.
 
Serão 46 milhões

No total, o governo paulista fechou contrato com a chinesa Sinovac para a aquisição das 46 milhões de doses da CoronaVac. Essas primeiras 6 milhões virão prontas da China e as outras 40 milhões serão envasadas e rotuladas no Instituto Butantan a partir de material que será importado.
 
Mais cedo, também nesta sexta-feira, o diretor do Butantan, Dimas Covas, disse que o cronograma estipulado pelo governo de São Paulo está mantido, independentemente do que as autoridades paulistas apontam como um atraso da Anvisa na liberação da importação de matéria-prima da China.
 
 





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