SAÚDE

Depois da saúde, a educação.




Reprodução.

"O que temos como rito já definido é a vacinação dos profissionais de saúde, uma vez que eles estão dentro de ambientes em que a circulação do vírus é elevada. A partir de então, entendemos que educadores deverão ser o segundo grupo a ser vacinado, até porque temos 250 mil funcionários no estado". Afirmou o secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn, em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes.

Essa foi a determinação do Governador João Doria informada nesta segunda-feira (5). O governo já havia informado, na semana passada, que os profissionais de saúde serão os primeiros a tomar o imunizante CoronaVac , fabricado em parceria entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa Sinovac. A vacina, em fase final de testes, ainda precisa de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 
De acordo com o secretário, a vacinação também promete englobar educadores das redes municipal e particular:
 
"Lógico que os municipais e das redes privadas também serão acolhidos. A seguir, serão os portadores de doenças crônicas. Precisamos ter o maior número possível de doses para que possamos vacinar com rapidez o maior número de pessoas".
 
Se aprovada pela Anvisa, a previsão do governo de São Paulo é que a vacinação da CoronaVac se inicie em 15 de dezembro .
 
Segundo o governador João Doria , 60 milhões de doses já estão previstas em contrato com a Sinovac.
 





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