POLÍTICA

O desafio dos candidatos em convencer o eleitor a ir votar.




Reprodução.

Nas últimas eleições municipais em 2016, dos 78.574 eleitores aptos a votar, 11.739 não compareceram nas seções, somados aos votos nulos e brancos, o total de votos válidos chegou a 59.988. Pode não parecer muita coisa, mas quase 20 mil possíveis votos se “perderam”, número quase equivalente da diferença entre o 1° colocado Elvis Cezar (PSDB) para o segundo Silvinho Peccioli (atualmente no PSD) na disputa pela prefeitura.
 
Em levantamento realizado pelo jornal O Anhanguera foi possível identificar que a percentagem de abstenções desde 2000 vem aumentando a cada eleição em todos os municípios da região, e neste ano especificamente e decorrência da pandemia do novo coronavírus a possibilidade de que mais pessoas deixem de votar é maior, o que colocaria 2020 como o ano com o maior índice de abstenções dos últimos anos.
 
Com essa tendência o desafio dos pré-candidatos passa a ser redobrada, já que além de conquistar o eleitorado, deverá também convence-lo a ir votar, semelhante do que ocorre naquelas de conselho tutelar, e ainda mais em uma disputa que promete ser acirrada entre os postulantes, a qual cada voto poderá fazer a diferença
 





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