EDUCAÇÃO

Colégio Rodrigues Lima, através da tecnologia, investe na segurança sanitária e na qualidade de suas atividades




Colégio está localizado no Portal dos Ipês II em Cajamar - Divulgação

A questão do retorno às aulas presenciais tem sido recorrente e mesmo dividida opiniões. Ao longo desses quase 6 meses, os quais a suspensão das atividades foi quase total, o setor assiste perplexo os desdobramentos e os efeitos da pandemia.
 
Com anúncios recentes de prefeituras sobre o adiamento do retorno apenas no próximo ano para as redes públicas municipais, e de certa flexibilização às instituições particulares atrelada ao Plano São Paulo, é que se redesenha o cenário dos próximos últimos 3 meses do ano.
 
Na rede privada o período também tem servido para que colégios procurem meios e maneiras eficientes não só para a manutenção do ensino-aprendizagem, mas também como estreitar o vínculo entre alunos e professores em uma situação nova, que pode redefinir à forma de uma educação mais assertiva.

Cautela e Investimento
 Ação de Segurança Sanitária nas salas de aula - Divulgação

Apesar das incertezas, colégios têm se adaptado às exigências sanitárias diante de um iminente retorno, como ocorre no Colégio Rodrigues Lima, localizado no bairro do Portal dos Ipês II, em Cajamar. De acordo com a sua diretora, Ana Lúcia Garcia, a escola adotou todas as medidas que garantam a segurança dos alunos, professores e funcionários.
 
“O Colégio passou por um processo de desinfecção, seus protocolos de higiene e segurança foram reforçados e outras medidas foram tomadas: limitação do número de crianças por turma; aferição da temperatura 2 vezes ao dia; intensificação da limpeza dos espaços; escalonamento de horários; priorização das atividades em grupos fixos; distanciamento entre 1 e 2 metros; priorização das atividades em espaços abertos; lavagem das mãos a cada 2 horas; uso de máscaras e do álcool em  gel; uso de calçados exclusivos para o colégio; isolamento dos sintomáticos”. afirmou.
 
Contudo a preocupação vai além, e recai, sobretudo, ao quanto, mesmo à distância e com projeção de volta a instituição tem cumprido seu papel, que segundo Ana Lúcia passa pelo investimento em tecnologia, utilizada por todos os envolvidos, como professores, alunos e mesmo os pais.
 
“O Colégio também investiu em tecnologia, melhorou sua internet e adquiriu um aplicativo que auxiliará nos seguintes itens: triagem dos sintomas; indicação da proximidade dos responsáveis eliminando filas e aglomerações na porta do colégio e salas virtuais que possibilitam o acompanhamento online das aulas presencias em tempo real para alunos do grupo de risco e crianças cujas famílias não se sintam seguras no momento” concluiu

 





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