POLÍTICA

Os "Guardiões" de prefeitos estão em todo lugar




Os chamados "Guardiões de Crivella" - Reproduação TV Globo

 
Os ditos “Guardiões” orientados a defender e mesmo esconder às precariedades da gestão pública não é algo exclusivo da cidade do Rio de Janeiro governada por Marcelo Crivella (PR). Longe das capitais elas se mostram mais presentes e atuantes.

Seus membros, pagos com dinheiro público, já que a imensa maioria consta na folha de pagamento de prefeituras e câmaras municipais, não só se se fazem presentes de maneira física, mas também nas redes sociais ora atacando àqueles contrários às gestões, e buscando desqualificar opiniões e ações que não condizem mesmo em muitas vezes com a “realidade paralela”.
  
E agora às vésperas das eleições municipais a tendência é que essas “Tropas de Choque” intensifiquem suas ações, se utilizando dos recursos públicos, oriundos dos pagadores de impostos para justamente inibir as manifestações dos insatisfeitos, aos quais são oferecidos uma saúde pública ineficiente, uma educação precária, e ainda por cima são obrigados a se recolherem em suas indignações a se voltarem ao silêncio coletivo, empurrados pelos brucutus escondidos nos inúmeros cargos comissionados espelhados aos montes pelas milhares de prefeituras, governos estaduais e governo federal.





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