CENÁRIO URBANO

Regionalmente Parnaíba foi a que menos investiu em infraestrutura entre 2013 e 2018.




Construção da nova ponte. Foto: (Redes Sociais/EC)

O discurso do prefeito Elvis Cezar (PSDB) tem sido intenso e constante no tocante às obras em curso em Santana de Parnaíba. O Índice da Firjan Gestão Fiscal (IFGF), o mesmo que Elvis recorrentemente cita para qualificar sua administração como a 2° melhor do Brasil, em municípios acima de 100 mil habitantes, também mostra o histórico dos investimentos, que citado pela própria FIRJAN são necessários “para garantir o crescimento econômico sustentado da economia brasileira e, sobretudo, o fornecimento dos serviços necessários à população”, e isso passa por “escolas e hospitais bem equipados, ruas pavimentadas, saneamento, iluminação pública que fomentam as atividades econômicas locais e geram bem-estar para a população”. Contudo, essa assertiva em Santana de Parnaíba só ocorreu, segundo o mesmo IFGF uma única vez.
 
De acordo com o breve histórico de análises entre os anos de 2013 e 2018, apenas nesse último (2018) que Santana de Parnaíba obteve índice considerado de Boa Gestão, justamente no ano que culminou com o lançamento do Plano de Metas e das eleições, as quais o pai do próprio prefeito foi eleito para deputado estadual.
  
Dentro de um comparativo regional fica mais evidente a distorção promovida por Santana de Parnaíba, que dentre as cidades listadas, é a que possui o 3° maior orçamento, ficando atrás apenas de Barueri e Osasco, mas que em pelo menos 4 anos obteve classificação crítica quanto aos investimentos, e 1 com dificuldade até sua ascensão em 2018.
 
O hoje “o maior canteiros de obras”, parece que não foi possível ser diluído, ou melhor, distribuído ao logo dos 6 anos correspondentes ao estudo, pelo contrário, os investimentos foram direcionados para um único ano, o qual praticamente dobrou o índice em relação ao anterior, e notadamente visível também em 2019 e agora 2020, mesmo com os resultados do ano passado ainda não divulgados. Os investimentos “pontuais” parecem seguir uma linha paralela, que distorce das cidades vizinhas, com exceção de Cajamar, que até 2019 vivenciava uma crise política em decorrência das constantes trocas de prefeitos, e nesse cenário Santana de Parnaíba se mostrou incapaz de investir, mesmo sendo a única que não ocorreu um rompimento de gestão, já que nas eleições de 2016 o prefeito Elvis foi reeleito. Situação diferente daquela vivenciada por Barueri que 2017 e 2018 figurou na primeira colocação nacional, ou mesmo de Carapicuíba, que tanto em 2016 e 2018 também se enquadrou no pelotão da frente.





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