CENÁRIO URBANO

Próxima gestão herdará uma Santana de Parnaíba marcada por histórico preocupante na área do emprego




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É notório que as próximas administrações assumirão os municípios com certas dificuldades, principalmente aquelas relacionadas às receitas. Com isso é indiscutível as consequências que a pandemia do novo coronavírus tem e manterá em áreas como saúde, educação, e da economia atrelada principalmente na questão dos empregos.
 
A breve suspensão, e a consequente redução das atividades, em destaque as comerciais e de serviços têm amargado saldos negativos os quais ainda se estenderão por algum tempo, e ainda muito presente no início de uma retomada lenta e gradativa
 
 
Diante de um cenário apoiado nas incertezas, dificultado por um histórico de encolhimento na geração de empregos e renda é que o próximo ou a próxima gestor (a) receberá a incumbência de governar Santana de Parnaíba, seja ele (a) da situação ou oposição. O município no primeiro semestre deste ano foi o que apresentou a maior variação negativa entre os outros da região, com -6,64%, onde o número de pessoas desempregadas foi maior que o de empregados, além de ser a maior com saldos negativos mensais, 5 no total, como aponta o CAGED.
A redução no número de empresas atingiu a maioria das cidades da região no comparativo entre 2010 a 2018. Com exceção de Barueri e Cajamar que apresentaram aumento, todas as outras assistiram a saída de pontos de trabalho de seu território, porém não com índices tão alto como o de Pirapora do Bom Jesus (68%) e Santana de Parnaíba, que registrou a saída de nada menos 6.982 empresas e outras organizações, uma queda de 45,81%, e  número superior ao total presente em Carapicuíba em 2018, que era de 5.155, ou mesmo na somatória de Cajamar, Itapevi e Jandira, que juntas chegaram a 6.650. Ou seja, em 8 anos Santana de Parnaíba perdeu sozinha o total de empresas existentes em 3 cidades da região que empregaram 91.434, número superior ao da própria Santana de Parnaíba que no mesmo ano chegou a 53.866, como aponta o IBGE. 
 
Com a redução na oferta de postos de trabalho, consequentemente a redução salarial é inevitável, e foi isso o que ocorreu em Santana de Parnaíba no período, que novamente assistiu cidades vizinhas à sua frente no salário médio pago, e também ter o próprio reduzido como aponta o IBGE.





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