RESPONSABILIDADE SOCIAL

28 de Junho. Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+




Reprodução.

Hoje é comemorado o Dia do Orgulho LGBTQIA+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, intersex e pessoas assexuadas), no mundo . A escolha da data  foi em homenagem a um dos episódios mais marcantes na luta da comunidade gay pelos seus direitos: a Rebelião de Stonewall Inn.

Em 1969, a data marcou a revolta da comunidade LGBT contra uma série de invasões da polícia de Nova York aos bares frequentados por homossexuais, que eram presos e sofriam represálias por parte das autoridades. A partir deste acontecimento foram organizados vários protestos em favor dos direitos dos homossexuais em diversas cidades norte-americanas.

A 1ª Parada do Orgulho Gay foi organizada no ano seguinte (1970), para lembrar e fortalecer o movimento de luta contra o preconceito. A Revolta de Stonewall Inn é tida como o “marco zero” do movimento de igualdade civil dos homossexuais no século 20.

No Brasil

No Brasil, o movimento LGBTQIA+ começou a se desenvolver a partir da década de 70, em meio a ditadura militar. Durante o período, a polícia tinha o costume de deter e prender homossexuais de forma violenta, sob a ‘alegação’ de que estavam praticando ‘vadiagem’. Na cadeia, muitos foram torturados e assassinados. 
 
A Parada

O primeiro ato ocorreu em 1995, no Rio de Janeiro, durante a 17ª Conferência da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersex (Ilga), que terminou com uma pequena marcha em Copacabana. 

No ano seguinte, aconteceu uma manifestação em São Paulo, com cerca de 500 pessoas, na Praça Roosevelt. Só em 1997 foi realizada a primeira Parada Gay, na Avenida Paulista, contando com cerca de 2.000 pessoas.

Neste meio tempo, a luta pelos direitos também cresceu e hoje pauta muitos debates e discussões na sociedade. Em 1999, já com o nome de Parada do Orgulho LGBT, o evento entrou no calendário oficial da cidade de São Paulo, tornando-se o maior do mundo no gênero.
 
Homofobia é Crime

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu no ano passado, por 8 votos a 3, permitir a criminalização da homofobia e da transfobia.

Os ministros consideraram que atos preconceituosos contra homossexuais e transexuais devem ser enquadrados no crime de racismo.

Conforme a decisão da Corte:
 
  • "praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito" em razão da orientação sexual da pessoa poderá ser considerado crime;
  • a pena será de um a três anos, além de multa;
  • se houver divulgação ampla de ato homofóbico em meios de comunicação, como publicação em rede social, a pena será de dois a cinco anos, além de multa;
  • a aplicação da pena de racismo valerá até o Congresso Nacional aprovar uma lei sobre o tema.

Com a decisão, o Brasil se tornou o 43º país a criminalizar a homofobia, segundo o relatório "Homofobia Patrocinada pelo Estado", elaborado pela Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais (Ilga).

Sobre o tema
 
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1 - Apartamento 41, de Nelson Luiz de Carvalho 
2 - A garota dinamarquesa, de David Ebershoff 
3 - Me chame pelo seu nome, de André Aciman 
4 - O fim de Eddy, de Édouard Louis 
5  - O terceiro travesseiro, de Nelson Luiz de Carvalho
 





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