SAÚDE

OMS alerta que a contaminação pela Covid-19 está acelarando.




O diretor geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. Foto: (Christopher Black / World Health Organization / AFP)

Na última sexta-feira (19), Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor - geral da OMS (Organização Mundial da Saúde) alertou que a pandemia da Covid-19 vem acelerando. A contaminação pelo cornavírus tem notadamente tornado-se mais rápida principalmente no Continente Americano e isso inclui o Brasil. Tedros lembrou que uma vacina com comprvada eficácia ainda pode demorar.

Apenas na quinta-feira, mais de 150 mil novos casos de Covid-19 foram reportados em todo o planeta.
 
“O mundo está em uma nova e perigosa fase. Muita gente está cansada de ficar em casa. Os países estão ansiosos para abrir suas sociedades e suas economias. Mas o vírus continua a se disseminar rapidamente, ainda é mortal e a maior parte das pessoas ainda é vulnerável”, lembrou o diretor da OMS.

Neste momento, a maior parte dos casos estão concentrados no continente americano, sendo os Estados Unidos e o Brasil os países com o maior número de contaminados e de mortes. Mas há também um avanço importante de contaminações no continente africano e no sudeste asiático.
 
Desde o início da pandemia, mais de 8,5 milhões de pessoas foram contaminadas pelo novo coronavírus. O vírus foi responsável pela morte de 453 mil pessoas em todo o mundo.

"Convocamos todos os países e pessoas a serem extremamente vigilantes. Continue mantendo distância, fique em casa se estiver doente, continue cobrindo o nariz e a boca quando tossir, use uma máscara quando necessário e continue lavando as mãos ", insistiu o diretor.

Países podem ter segundo pico antes de controle da doença

O diretor-executivo para emergências, Michael Ryan, chamou atenção para a reabertura de países e a volta da população à rua em lugares em que a contaminação continua alta.

“A saída do confinamento deve ser feita com cuidado, passo a passo, e deve ser orientada pelos dados", disse Ryan. “Você pode ter um segundo pico no meio da sua primeira onda. O segundo pico depende da habilidade e da eficiência em controlar a doença”.
 
Ryan lembrou o caso brasileiro, destacando as 1.200 mortes registradas nas últimas 24 horas, e o grande número de casos entre trabalhadores da área da saúde no país.

O especialista em emergências elogiou a Alemanha, China e Coreia do Sul pela forma como estão lidando com a pandemia. Os três países estão monitorando novos casos, adotando a aplicação de grande quantidade de testes para a população e isolamento das pessoas doentes.





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