SAÚDE

Grupo Intermédica se pronuncia sobre denúncias envolvendo óbitos da Covid-19 no Hospital Cruzeiro do Sul




Imagem: Visão Oeste

O Grupo NotreDame Intermédica – GNI, responsável pelo Hospital Cruzeiro do Sul, em Osasco, em nota diz recebeu com surpresa a suposta denúncia, veiculada pela Rádio e TV Bandeirantes, de que funcionários do hospital estariam cobrando de parentes de vítimas da Covid-19, o acesso aos corpos nas dependências do local, algo contrário às recomendações impostas pelas autoridades sanitárias, e solicitou a abertura de uma sindicância para apuração dos fatos. A nota diz ainda que os fatos mostrados na reportagem estão fora de contexto, já que a funcionária que atendeu a suposta ligação da repórter não confirma o que foi exposto, e mesmo tendo pacientes com a Covid-19, o hospital continua  mantendo o atendimento geral e falecimentos de pessoas não infectadas podem ocorrer, o que não impediria o acesso de familiares aos corpos, desde que mantenham os cuidados de segurança à saúde
  
Nota à Imprensa
 
A direção do Hospital Cruzeiro do Sul recebeu, com surpresa, a suposta denúncia veiculada em matéria jornalística no rádio e TV pelo Grupo Bandeirantes. Na reportagem, o jornalista abordou que haveria um médico do corpo clínico do referido hospital que estaria cobrando valores de forma irregular em troca de permitir que familiares de vítimas fatais da Covid-19 tenham uma despedida livre e acesso ao corpo, antes da lacração da urna funerária, ainda em ambiente hospitalar. Na oportunidade, a reportagem não trouxe em nenhum momento o nome do médico ou de outra fonte procurada que evidencia a identificação de algum suspeito. A direção do Hospital Cruzeiro do Sul repudia tal prática criminosa e desumana. Esclarece, ainda, que foi solicitada a abertura de Sindicância para apuração dos fatos expostos na reportagem e espera que o Grupo Bandeirantes possa colaborar com dados e informações cabais, já que a funcionária que atendeu a suposta ligação do repórter não confirma os fatos que foram levadas à público por estarem editadas e fora de contexto. Esclarecemos, ainda, que o Hospital Cruzeiro do Sul é um hospital geral, no qual pode ocorrer falecimentos de pessoas não infectadas pela COVID-19. Neste caso, não haveria restrições quanto ao acesso ao corpo da vítima, somente cuidados de segurança à saúde. Na oportunidade, também não há qualquer menção de que algum médico cobraria qualquer valor para tal liberação de velório no local. 
 





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