VIAGENS

O mítico dos Rios e Florestas do Amazonas
O IberoStar Gran Amazon oferece a seus hospedes opções de passeios pelos rios e pela floresta. Os trajetos são feitos em lanchas, as quais atravessam a imensidão das águas, mas também possibilita observar um pouco da rotina dos ribeirinhos que se espalham pelas margens




Caminhada pela floresta

Quando se fala ou se pensa em Amazonas rapidamente se remete aos rios, florestas, índios e animais. Sim eles estão lá, são personagens característicos desse enorme estado. Contudo, algumas particularidades nem sempre ditas ou mostradas estão inseridas no cotidiano daqueles que lá vivem distantes dias da capital Manaus. O IberoStar Gran Amazon oferece a seus hospedes opções de passeios pelos rios e pela floresta. Os trajetos são feitos em lanchas, as quais atravessam a imensidão das águas, mas também possibilita observar um pouco da rotina dos ribeirinhos que se espalham pelas margens.

O roteiro para o período da manhã era a região do lago Janauacá. Construções de palafitas que ora servem como moradia, e comércio são comuns ao longo do rio. Outras construções ficam localizadas no alto de encostas, e digo alto não apenas por força de expressão, já que na cheia, as águas chegam a ultrapassar a altura de árvores de mais de 15 metros, deixando todo um cenário submerso por meses.

A pesca é a principal atividade, porém os moradores que observamos dispõem de luz, telefone e até mesmo Internet, ou seja, mesmo navegando pelos rios ou andando por trilhas da floresta é possível manter a conexão dos celulares. Nessa manhã antes de visitarmos a casa de um ribeirinho tivemos a felicidade de avistar e até mesmo tocar em um filhote de jacaré. Um dos guias, com o máximo de cuidado conseguiu pegar o pequeno em uma das margens.

A satisfação foi geral, brasileiros e estrangeiros buscavam o melhor ângulo para fotografar a espécie, e levar registrado o momento que o Amazonas nos recebeu de braços abertos. Os passeios seguem uma ordem de locais e horários e nesse período finalizamos com visita à residência de uma família, que nos mostrou o modo de vida, costumes e seus cultivos. Volta para o navio e almoço, já que o período da tarde prometia mais. Saímos por volta das 4 horas da tarde, para uma atividade muito esperada, a pesca de piranhas na região de Manaquiri.

Após quase 30 minutos de arrancadas e vento ao rosto, a lancha saiu do lago principal e seguiu por um canal. A calmaria da água é uma constante, o que contrasta com o apetite desse peixe. Estávamos em 10 pessoas, sendo pelo menos seis alemães. Pedaços de carne crua e uma vara de pescar eram os instrumentos. As piranhas estão sempre em grupo, e para aqueles que consideram a pesca como algo terapêutico, é bom repensar, já que o ritmo com esses peixes é totalmente intenso. A sensação é que seríamos atacados a qualquer momento por elas, e não é força de expressão. Mal colocávamos o anzol na água, e logo se via o ?ataque? na isca. Em algumas elas eram fisgadas, porém na maior parte do tempo as deixamos bem satisfeitas com a farta alimentação.

Depois de mais de uma hora retornamos para o Navio. O fim de tarde nos brindava com um por do sol inesquecível onde as luzes refletidas nas águas demonstrava a grandeza dessa nossa natureza






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